20 frases que vai precisar para viajar

 

 

“Olá”, “bom dia / good morning”, “por favor / please” e “obrigada / thank you”, são as expressões básicas necessárias para se iniciar um diálogo minimamente cordial com alguém quando se viaja para um país com uma língua diferente da nossa.

De acordo com a opinião de várias pessoas, as frases ou expressões mais necessárias e usadas por um viajante são aquelas que satisfazem as nossas necessidades mínimas.

Um “Onde fica a casa de banho? / Where is the toilet?“, “Qual o autocarro para …? / Which bus should I take to…?”, “Onde fica a bilheteira? / Where is the ticket office?”, “Qual a direção para…? / What is the direction for…?” entre outras, são logo as primeiras respostas dadas aquando se pergunta, quais seriam as frases que mais lhe fariam falta em caso de viagem.

Uma das mais importantes começa por pedir informação, seja esta onde e sobre o que for: “Poderia indicar-me onde fica….? / Could you point me where … is?”. Através desta conseguimos obter informações vitais para a nossa passagem pelo país ou cidade. Estas informações podem ser desde a obtenção de direções, localizações, bem como pedidos de ajuda (hospital, número de emergência).

Quem não viajou já e por qualquer motivo se desorientou e necessitou de ajuda? Quase todos!!!

Nesse caso, aparece a famosa expressão: “Estou perdido, poderia ajudar-me ou indicar-me no mapa onde estou? / I’m lost, could you help me or point out on the map where I am?”, logo e como tal, a necessidade de levar ou obter um mapa é crucial. Se levou o mapa, é só usar a expressão anterior, caso não o tenha levado, nova expressão terá que anexar ao seu compêndio: “Onde fica localizado o Ponto de Turismo? / Where is the tourist office located?”.Assim e após adquirir o mapa, mais facilmente se deslocará na cidade.

Se não domina de forma alguma a língua de origem, terá sempre como refúgio, a língua inglesa, visto esta ser considerada uma língua universal. Assim sendo, se por qualquer motivo se encontrar com dificuldades em se orientar na rua, porque as placas informativas ou direcionais estão escritas nessa mesma língua que não domina, pode pedir para alguém traduzir para inglês “Poderia traduzir isto/aquilo para inglês, se faz favor? / Could you translate this/that to english, please?”

“Não falo muito bem Inglês/francês ….. / I do not speak English/French very well”. Obviamente esta é outra das dificuldades que nos prende. Quando a nossa segunda língua a ser utilizada, não atinge os requisitos mínimos de conversação, poderá sempre pedir para falarem mais devagar “Poderia falar um pouco mais devagar? / Could you speak a little slower?” ou até mesmo pedir para repetir “Poderia repetir, se faz favor? / Could you repeat, please?”.Se em nenhum dos casos isso não o ajudar, terá então que fazer uso de algo mais criativo como gestos ou imagens de forma a obter a informação que necessita.

Imaginando outra situação em que têm um percurso já predefinido, mas aquando no local se apercebe que as distâncias no mapa (mapa sem escala) não correspondem muito bem com as reais. O que fazer?e o que perguntar?. Neste caso, poderá dirigir-se a qualquer pessoa que passe ou até mesmo a um Agente deAutoridade e perguntar “Quanto tempo demorarei até...ou… se fica muito longe? / How long will I take to.. or.. is it too far?”

Seguindo este raciocínio poderá sempre aproveitar para perguntar quais os melhores sítios a visitar, para se divertir ou comer: “Poderia recomendar-me quais os melhores Monumentos e Museus a visitar? / Could you recommend me which are the best Monuments and Museums to visit?”, ou “Qual o melhor local para sair à noite? / What is the best place to go out at night?”e ainda “Que restaurante me recomenda para provar pratos típicos do país ou cidade? / What restaurant do you recommend me to taste typical dishes ?”.Normalmente, qualquer Agente de Autoridade ou qualquer pessoa com os mínimos de requisitos na língua inglesa (por exemplo), de bom agrado lhe dará estas informações.

Após recolher estas informações poderá então desfrutar de um belo almoço ou jantar consoante a hora, claro!Já agora, se for uma pessoa que não faz uso de relógio ou liga muito a telemóveis, tem uma boa frase que deverá aprender também, “Que horas são? / What time is it?”.Primeiro porque pode não ter relógio, segundo porque muitas vezes o fuso horário não é o mesmo do seu país e normalmente nos primeiros dias, a desorientação instala-se. Se se deslocar para países em que anoitece muito cedo pode acontecer algo estranho,falando por experiência própria, já me encontrei na situação de anoitecer bastante mais cedo do que em Portugal e sentir que eram horas de jantar, mas apenas eram 03:30 da tarde, sensação estranha, mas ao fim de alguns dias o corpo habitua-se.

Voltando então atrás na lógica, hora da “paparoca”, façam agora uso da vossa imaginação. Tentem visualizar um restaurante típico, tipo “tasca”. Muitas vezes deparamo-nos com a dificuldade em entender o que realmente está no menu.Que fazer? Não vamos pedir à sorte, pois pode correr terrivelmente mal. Acreditem que corre mal, sem mencionar nomes, nem locais, há uns anos atrás numa daquelas viagens entre amigas, constatei que às vezes o confiar em demasia em um membro do grupo para traduzir e guiar, pode trocar as voltas a tudo. Neste caso sendo eu a única com conhecimentos de inglês na altura, alertei para o fato: “atenção ao que escolhem, pois existem palavras que são “false friends””. Por momentos tive que me ausentar e quando regressei à mesa, já tinham feito o pedido.Qual não foi o meu espanto quando me indicam que pediram bifes para todos … eu fiquei para morrer, pois calculei logo o disparate que foi feito … sim … em vez de “Steak” (bife) veio o maravilho “Beef” (guisado), não é que fosse mau, mas não era a mesma coisa. A vantagem é que me diverti muito ao ver a cara delas de desilusão e vergonha.

Portanto, se calhar será melhor aprender mais umas frases: “Que prato típico recomenda?...ou… o que recomenda? / What typical dish do you recommend?... or… what do you recommend?”, “O que leva este prato? / What does this dish have?” Coisas básicas, para não ter desilusões.

Qualquer situação ou aventura que tenha num país estrangeiro, requer algum estudo.Seja este a nível histórico, cultural ou outro. Contudo, convém mesmo saber manusear bem o dinheiro (divisa). Hoje em dia é bastante mais fácil se estivermos a falar de um país europeu, mas mesmo assim,ainda há países que não usam o EURO, e fora da Europa, nem vale a pena falar…logo, há sempre a necessidade de fazer o câmbio, ou até mesmo de fazer levantamentos no multibanco. Imaginem que vão a um mercado típico da cidade, à procura da melhor lembrança para levar para casa e deparam-se com o fato de não permitirem pagamentos com cartão. Qual a frase necessária, se não conhecerem a área: “Poderia dizer-me onde se encontra o multibanco mais próximo? / Could you tell me where is the nearest ATM?“.

Ah, não podemos esquecer jamais o famoso “Quanto custa? / How much?“.Este é muito importante se não quiserem ser surpreendidos ou enganados na hora de pagar.

Resumindo e concluindo, convém fazer alguma preparação do local que vai visitar, tendo em vista o saber um pouco de tudo para que torne a sua estadia o mais agradável possível e desfrute da mesma.

Autor: Carla Vaz

 

Publicado em: 
17 de Fevereiro, 2017